domingo, maio 22, 2005

Palavras ao vento

Hoje acordei pensando em várias coisas sem sentindo. Em como estou sentindo falta da coluna oops! da folha, minha companheira de futilidade diária. De porque as pessoas adoram perguntar quando você vai casar sabendo que você é contra casamentos. Não que seja contra as pessoas se casarem, só não consigo me imaginar nessas circunstâncias. Considerando como minha descrença em amores, ainda mais eternos, é tudo muito lógico; ainda mais se somarmos a minha percepção da hipocrisia que envolvem os casamentos, especialmente esses muito tradicionais.

Falando em relacionamentos, porque as pessoas insistem em perguntar: E o namorado? Como se algum dia já tivesse andado ostentando algum homem com tal título. Ninguém entendi a facilidade de ser solteira, ou a facilidade emocional de não se envolver ou de não dar satisfações sociais. Como se mesmo que tivesse namorando fosse andar com um homem pregado em mim 24 horas, e ainda caso levasse a algum evento da família dó-ré-mi, teria que explicar eventuais rompimentos e no dia que apresentasse outro namorado diriam que troco de namorado como de roupa. Ninguém merece esse povo! Não que um dia não pretenda pirar o suficiente para encarar um compromisso desses, mas para isso o cara realmente precisa me fazer pirar.

Às vezes sinto como as “tias velhas” ficam chocadas com alguns dos meus comentários, isso porque sequer falei algo pesado. E olha que tenho várias opiniões que deixariam até os mais libertinos constrangidos. Não que esteja aplicando alguma delas na minha vida. Infelizmente não.

Li uma uma história e fiquei pensando nisso. Vou resumir a história e depois vocês, ou melhor você caro único leitor amigo, tire suas conclusões.

Um menino que estudava em um colégio de freiras no dia da aula de educação sexual, logicamente ministrada pela freirinha especialista, perguntou a freira:

- Beijar é pecado irmã?
- Não, meu filho. Beijar não é pecado. Mas beijo é que nem ferro de passar: liga em cima, esquenta embaixo.

Mas o detalhe é a observação da narradora: Por que diabos nem todo beijo esquenta embaixo?

Outra coisa antes de fechar, porque os homens insistem nessas frases:

- Você é daqui?
- Nossa, você vem sempre aqui?
- Posso conversar com a mulher mais linda da festa?
- Meu amigo quer te conhecer.
- Vamos ali pra ficar mais íntimos?
- Sabia que sua mão indica que você vai ter muitos amores?
- Você se machucou quando caiu do céu?

Só antes de desistir (por hoje) de escrever besteiras. Alguém já teve um “first date” na vida? Eu é que sou estranha que nunca sai com alguém que não tinha nada, mas fui convidada mesmo assim, e só no primeiro encontro a gente se beija. Nossa! Agora que escrevi isso, me lembrei que mesmo tendo dado um bolo no cara, já fui convidada para um first date. Agora estou até me sentindo melhor. Não que na época o cara tenha sentido-se bem quando eu inventei alguma desculpa para não ir, e ele me pegou na mentira. Carma é uma coisa, nem menti em paz a gente pode!

4 comentários:

Rodrigo disse...

Eu já tive um "first date". Terrível por sinal. Foi no filme "Anjo Mal". 11 anos. Eu comi Lancy até rachar e não aconteceu nada. Só depois fui descobrir que quem tinha que ter feito algo era eu. O nome da menina era Miriam Rose do Amaral, um beijo Miriam.

Cla disse...

hmmm eu tbm ja tive... alguns :o)
legal legal ahahahah

Guto disse...

Amanda, apesar de nunca ter me dado bem, ainda acredito no amor (no eterno tb). Mas eu ñ posso ser tomado com base. Sou totalmente emocional e nenhum pouco racional. Quanto a first-date, bem já tive aqueles lances de encontro de internet (putz! queimação total né?! Jogue a primeira pedra quem nunca fez uma tosquice uma vez!!!)

Miss Butterfly disse...

ADORO ler coisa antiga, pricipalmente os comentários!! Que saudade!